A cama, o medo e a profecia
«Escrevo porque talvez esta seja a única forma de organizar o caos, porque preciso deixar registro e porque, antes que tentem contar a minha história por mim, preciso contá-la com a minha própria voz.»
Um livro-testemunho sobre violência patrimonial e verdade.
«Escrevo para que a verdade não seja soterrada, para que a vergonha não permaneça com a vítima.»

A autora

Este livro nasce como testemunho, defesa e alerta. Não pretende substituir qualquer investigação, processo ou decisão das autoridades competentes. Pretende contar, pela minha voz, a história de uma mulher que demorou a reconhecer a violência porque ela vinha de dentro da própria família.
Escrevo para que a verdade não seja soterrada, para que a vergonha não permaneça com a vítima e para que outras mulheres reconheçam, antes que seja tarde, os sinais de uma violência que muitas vezes começa disfarçada de amor, confiança e proteção.
Quatro capítulos que percorrem o medo, a coragem, o silêncio e a prova.
«Escrevo porque talvez esta seja a única forma de organizar o caos, porque preciso deixar registro e porque, antes que tentem contar a minha história por mim, preciso contá-la com a minha própria voz.»
«Eu nunca tive medo de agressor nenhum, e talvez tenha sido exatamente por isso que demorei tanto para reconhecer o meu.»
«A violência raramente se apresenta de maneira organizada. Muitas vezes, ela entra pequena, silenciosa, quase sem nome, e passa a morar dentro da gente.»
«A minha dor existe antes de qualquer documento. Mas a verdade tem assinatura, e é a ela que eu me agarro agora — como quem finalmente encontrou provas de que não enlouqueceu.»
Advogada com mais de vinte anos de atuação na proteção de mulheres vítimas de violência, a autora escreve na primeira pessoa sobre a experiência de reconhecer — tarde demais — que a violência também pode vir de dentro da própria família.
«Antes que tentem contar a minha história por mim, preciso contá-la com a minha própria voz.»

Baixe gratuitamente o livro em PDF e compartilhe com quem precisa reconhecer os sinais da violência patrimonial antes que seja tarde.
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